{"id":34,"date":"2022-09-30T23:17:48","date_gmt":"2022-09-30T23:17:48","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.oengenheirovirtual.com.br\/?p=34"},"modified":"2025-01-05T00:00:18","modified_gmt":"2025-01-05T00:00:18","slug":"o-aglomerante-cal-na-construcao-civil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oengenheirovirtual.com.br\/blog\/o-aglomerante-cal-na-construcao-civil\/","title":{"rendered":"O aglomerante cal na constru\u00e7\u00e3o civil"},"content":{"rendered":"<h1>O aglomerante cal na constru\u00e7\u00e3o civil<\/h1>\n<p>Neste texto, vamos falar um pouco sobre a cal. Primeiramente, cal \u00e9 o nome gen\u00e9rico de um aglomerante simples que resulta da calcina\u00e7\u00e3o de rochas calc\u00e1rias. Al\u00e9m disso, essas rochas se apresentam sob diversas variedades, com caracter\u00edsticas resultantes da natureza da mat\u00e9ria-prima empregada e no processamento conduzido. Em suma, a <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Calcina%C3%A7%C3%A3o\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">calcina\u00e7\u00e3o<\/a>\u00a0da rocha pura produz um \u00f3xido de c\u00e1lcio puro (insumo industrial) que \u00e9 um produto mais valorizado do que os normalmente utilizados na constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Mat\u00e9ria-prima para a produ\u00e7\u00e3o do aglomerante cal<\/h2>\n<p class=\"has-medium-font-size\">A princ\u00edpio, sabe-se que nas rochas calc\u00e1rias naturais, o carbonato de c\u00e1lcio \u00e9 frequentemente substitu\u00eddo pelo carbonato de magn\u00e9sio, que n\u00e3o constitui uma impureza. Nesse sentido, a s\u00edlica, os \u00f3xidos de ferro e de alum\u00ednio s\u00e3o as impurezas mais comuns presentes nas rochas calc\u00e1rias. Do mesmo modo, al\u00e9m das rochas calc\u00e1rias, prestam-se tamb\u00e9m como mat\u00e9ria-prima os dep\u00f3sitos de esqueletos de animais como ocorre nos sambaquis.<\/p>\n<p><a name=\"top2\"><\/a><\/p>\n<h2>Rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas do aglomerante cal<\/h2>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Inicialmente, na calcina\u00e7\u00e3o do calc\u00e1rio natural, o carbonato de c\u00e1lcio \u00e9 submetido a a\u00e7\u00e3o do calor a temperatura aproximada de 900\u00b0. Dessa forma, decomp\u00f5e-se em \u00f3xido de c\u00e1lcio e anidridos carb\u00f4nicos. Esse processo ocorre de acordo com a seguinte rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>CaCO<sub>3<\/sub>\u00a0+Calor \u2192 CaO + CO<sub>2<\/sub><\/strong><\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Semelhantemente, o carbonato de magn\u00e9sio (MgC03) se decomp\u00f5e a uma temperatura ligeiramente inferior.<\/p>\n<p><a name=\"top3\"><\/a><\/p>\n<h2>A cal viva<\/h2>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Antes de tudo, este material \u00e9 o produto da calcina\u00e7\u00e3o do calc\u00e1rio natural. Primordialmente, ela cont\u00e9m \u00f3xido de calc\u00e1rio e exibe estrutura porosa e formatos id\u00eanticos aos dos gr\u00e3os da rocha original. Al\u00e9m disso, podem ter v\u00e1rios tamanhos em fun\u00e7\u00e3o do processo de fabrica\u00e7\u00e3o utilizado. Mas, em geral, s\u00e3o gr\u00e3os de grandes dimens\u00f5es, com 10 a 20 cm. Assim, s\u00e3o chamadas pedra de cal viva.<\/p>\n<p><a name=\"top4\"><\/a><\/p>\n<h2>A cal extinta<\/h2>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Sobretudo, a cal viva n\u00e3o \u00e9 ainda o aglomerante utilizado na constru\u00e7\u00e3o. Portanto, o \u00f3xido deve ser hidratado, transformando-se em hidr\u00f3xido, que \u00e9 o constituinte b\u00e1sico do aglomerante cal. Nesse sentido, a opera\u00e7\u00e3o de hidrata\u00e7\u00e3o recebe o nome de extin\u00e7\u00e3o. Assim, o hidr\u00f3xido resultante denomina-se cal extinta quando o processo se realiza no local do emprego do material e cal hidratada quando a extin\u00e7\u00e3o se processa na f\u00e1brica.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Assim tamb\u00e9m, a rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica de extin\u00e7\u00e3o da cal viva \u00e9 a seguinte:<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>CaO + H<sub>2<\/sub>O \u2192 Ca(OH)<sub>2<\/sub><\/strong><\/p>\n<p><a name=\"top5\"><\/a><\/p>\n<h2>A cal hidratada<\/h2>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Primeiramente, a cal hidratada \u00e9 um produto manufaturado que sofreu na usina o processo de hidrata\u00e7\u00e3o. Dessa forma, \u00e9 apresentada como um produto seco, em forma de flocos de cor branca. Por fim, a hidrata\u00e7\u00e3o \u00e9 feita em usinas por meio de um processo mec\u00e2nico realizado em 3 est\u00e1gios.<\/p>\n<ol>\n<li>Antes de tudo, a cal viva \u00e9 mo\u00edda e pulverizada.<\/li>\n<li>Em seguida, o material mo\u00eddo \u00e9 misturado com a quantidade de \u00e1gua necess\u00e1ria.<\/li>\n<li>Por fim, \u00e9 realizado um peneiramento ou outra t\u00e9cnica equivalente. Assim, a cal \u00e9 separada da n\u00e3o hidratada e das impurezas.<\/li>\n<\/ol>\n<p><a name=\"top6\"><\/a><\/p>\n<h2>Classifica\u00e7\u00e3o do aglomerante cal<\/h2>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Atualmente, se classificam as variedades de cal segundo dois crit\u00e9rios:<\/p>\n<h3>Classifica\u00e7\u00e3o da cal de acordo com a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica<\/h3>\n<ul>\n<li>Cal c\u00e1lcica<\/li>\n<\/ul>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Tipo de cal que possui um teor m\u00ednimo de 75% de Ca0.<\/p>\n<ul>\n<li>Cal magnesiana<\/li>\n<\/ul>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Tipo de cal com um teor m\u00ednimo de 20% de Mg0.<\/p>\n<section class=\"wp-block-uagb-section uagb-section__wrap uagb-section__background-color uagb-block-fb99daba\">\n<div class=\"uagb-section__inner-wrap\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-infobox__outer-wrap uagb-block-e99299db\">\n<div class=\"uagb-infobox__content-wrap uagb-infobox uagb-infobox-has-icon uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top uagb-infobox-enable-border-radius \">\n<div class=\"uagb-ifb-left-right-wrap\">\n<div class=\"uagb-ifb-content\">\n<p class=\"uagb-ifb-title-wrap\" style=\"text-align: left;\"><strong><em><span class=\"uagb-ifb-title-prefix\">Observa\u00e7\u00e3o: <\/span><\/em><\/strong><em style=\"font-size: 1em;\">A soma de Ca03 e Mg0 deve ser sempre maior que 95% <\/em><em style=\"font-size: 1em;\">Al\u00e9m disso, os componentes argilosos Si02, Al203 e Fe203 devem somar no m\u00ednimo 5%<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<h3>Classifica\u00e7\u00e3o da cal de acordo com o rendimento da pasta<\/h3>\n<ul>\n<li>Cal gorda<\/li>\n<\/ul>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Tipo de cal com rendimento em pasta maior do que 1,82.<\/p>\n<ul>\n<li>Cal magra<\/li>\n<\/ul>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Tipo de cal com rendimento em pasta menor do\u00a0 que 1,82.<\/p>\n<section class=\"wp-block-uagb-section uagb-section__wrap uagb-section__background-color uagb-block-9c45b01c\">\n<div class=\"uagb-section__overlay\"><\/div>\n<div class=\"uagb-section__inner-wrap\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-infobox__outer-wrap uagb-block-3c1cc84f\">\n<div class=\"uagb-infobox__content-wrap uagb-infobox uagb-infobox-has-icon uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top uagb-infobox-enable-border-radius \">\n<div class=\"uagb-ifb-left-right-wrap\">\n<div class=\"uagb-ifb-content\">\n<div class=\"uagb-ifb-image-icon-content uagb-ifb-imgicon-wrap\">\n<div class=\"uagb-ifb-icon-wrap\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"uagb-ifb-title-wrap\" style=\"text-align: left;\"><em><span class=\"uagb-ifb-title-prefix\"><strong>Observa\u00e7\u00e3o:<\/strong> r<\/span><\/em><em style=\"font-size: 16px;\">endimento em pasta \u00e9 a raz\u00e3o entre o volume de pasta de cal extinta obtido por tonelada de cal viva utilizada. Assim, o valor limite de classifica\u00e7\u00e3o significa que com uma tonelada de cal viva obt\u00e9m-se 1,82 m\u00b3 de pasta. <\/em><em style=\"font-size: 16px;\">De modo geral, a cal magnesiana \u00e9 magra. Em conclus\u00e3o, fatores de processo e a presen\u00e7a de impurezas tamb\u00e9m influenciam esse rendimento.<\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p><a name=\"top7\"><\/a><\/p>\n<h2>Processo de extin\u00e7\u00e3o da cal<\/h2>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Esse processo consiste na hidrata\u00e7\u00e3o da cal viva, obtida mediante adi\u00e7\u00e3o de \u00e1gua. Nesse sentido, a hidrata\u00e7\u00e3o \u00e9 uma rea\u00e7\u00e3o altamente exot\u00e9rmica, acompanhada de consider\u00e1vel aumento de volume. Dessa forma, na variedade c\u00e1lcica de grande pureza, o processo \u00e9 violento. Por outro lado, na variedade magnesiana, o processo \u00e9 mais lento e consequentemente a produ\u00e7\u00e3o de calor e o aumento de volume s\u00e3o menores.<\/p>\n<section class=\"wp-block-uagb-section uagb-section__wrap uagb-section__background-color uagb-block-e9376ccd\">\n<div class=\"uagb-section__inner-wrap\">\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-infobox__outer-wrap uagb-block-aef8347f\">\n<div class=\"uagb-infobox__content-wrap uagb-infobox uagb-infobox-has-icon uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top uagb-infobox-enable-border-radius \">\n<div class=\"uagb-ifb-left-right-wrap\">\n<div class=\"uagb-ifb-content\">\n<div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><\/div>\n<div class=\"uagb-ifb-text-wrap\">\n<p class=\"uagb-ifb-desc\" style=\"text-align: left;\"><em><strong>Rea\u00e7\u00e3o exot\u00e9rmica:<\/strong> \u00c9 uma rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica que gera transfer\u00eancia de calor interno para o meio externo. Em outras palavras, \u00e9 uma rea\u00e7\u00e3o que libera calor.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<h3>Din\u00e2mica da rea\u00e7\u00e3o de extin\u00e7\u00e3o do aglomerante cal<\/h3>\n<p class=\"has-medium-font-size\">A rea\u00e7\u00e3o de hidrata\u00e7\u00e3o da cal viva pode resultar na produ\u00e7\u00e3o de hidr\u00f3xido em forma cristalina ou coloidal em propor\u00e7\u00f5es que dependem das condi\u00e7\u00f5es mantidas durante a rea\u00e7\u00e3o. Assim, os cristais formam-se e desenvolvem-se devagar enquanto o hidr\u00f3xido coloidal se forma com grande rapidez. Nesse sentido, a utiliza\u00e7\u00e3o de \u00e1gua quente ou morna e a agita\u00e7\u00e3o da mistura concorrem para o aumento da propor\u00e7\u00e3o de col\u00f3ides, que melhora a plasticidade, o rendimento e a capacidade de sustenta\u00e7\u00e3o da areia.<\/p>\n<h3>Cuidados no processo de extin\u00e7\u00e3o do aglomerante cal<\/h3>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Na extin\u00e7\u00e3o da cal c\u00e1lcica, usualmente gorda, deve-se evitar a violenta eleva\u00e7\u00e3o da temperatura, controlando o processo no sentido de um desenvolvimento t\u00e9rmico aceit\u00e1vel. Por outro lado, na extin\u00e7\u00e3o da cal magnesiana ocorre o contr\u00e1rio. Por ser lenta, a rea\u00e7\u00e3o de hidrata\u00e7\u00e3o, conv\u00e9m aproveitar a energia a energia t\u00e9rmica para acelerar o processo, que ent\u00e3o resulta em uma maior propor\u00e7\u00e3o da fase coloidal de hidr\u00f3xidos. Assim, no primeiro caso, para eliminar o perigo de queima da cal, o processo \u00e9 conduzido com excesso de \u00e1gua. Por outro lado, no segundo caso, com controle da \u00e1gua utilizada.<\/p>\n<h3>Envelhecimento da pasta<\/h3>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Terminada a opera\u00e7\u00e3o de extin\u00e7\u00e3o da cal, a pasta deve ser envelhecida, para que a hidrata\u00e7\u00e3o se complete inteiramente.<\/p>\n<ul>\n<li>A pasta de cal obtida pela extin\u00e7\u00e3o da cal em pedra deve envelhecer de 7 a 10 dias<\/li>\n<li>Pode-se utilizar a pasta obtida pela extin\u00e7\u00e3o de cal em p\u00f3 depois de 14h<\/li>\n<li>Pastas obtidas pela extin\u00e7\u00e3o de cal de variedades magnesianas devem ser envelhecidas por per\u00edodos mais longos, at\u00e9 2 semanas.<\/li>\n<\/ul>\n<p><a name=\"top8\"><\/a><\/p>\n<h2>Processo de endurecimento da cal<\/h2>\n<p class=\"has-medium-font-size\">A cal extinta \u00e9 utilizada em misturas com \u00e1gua e areia em propor\u00e7\u00f5es apropriadas na elabora\u00e7\u00e3o de argamassas. Acima de tudo, elas t\u00eam consist\u00eancia mais ou menos pl\u00e1stica que endurecem por recombina\u00e7\u00e3o do hidr\u00f3xido com o g\u00e1s carb\u00f4nico presente na atmosfera, reconstituindo o carbonato original. Al\u00e9m disso, esse endurecimento se processa com lentid\u00e3o e ocorre de fora para dentro. Por fim, o mecanismo de endurecimento, que depende do g\u00e1s carb\u00f4nico da atmosfera, explica o nome dado a esse aglomerante: Cal a\u00e9rea.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\">A rea\u00e7\u00e3o de carbonata\u00e7\u00e3o \u00e9 a seguinte:<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Ca(OH)<sub>2<\/sub>\u00a0+\u00a0 CO<sub>2<\/sub>\u00a0\u2192\u00a0 CaCO<sub>3<\/sub>\u00a0+ H<sub>2<\/sub>O<\/strong><\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\">Sobretudo, essa rea\u00e7\u00e3o ocorre na temperatura ambiente e exige a presen\u00e7a de \u00e1gua. Pois, o g\u00e1s carb\u00f4nico seco n\u00e3o combina satisfatoriamente com o hidr\u00f3xido.<\/p>\n<p><a name=\"top9\"><\/a><\/p>\n<h2>Compara\u00e7\u00e3o da cal: hidratada\u00a0<em>versus<\/em>\u00a0viva<\/h2>\n<h3>Vantagens da cal hidratada<\/h3>\n<ol>\n<li>Primeiramente, tem maior facilidade de manuseio, transporte e armazenamento<\/li>\n<li>Em seguida, \u00e9 um produto pronto para ser utilizado eliminando em canteiro as opera\u00e7\u00f5es de extin\u00e7\u00e3o e envelhecimento<\/li>\n<li>Al\u00e9m disso, sendo produto seco e pulverulento, oferece maior facilidade de mistura na elabora\u00e7\u00e3o de argamassas<\/li>\n<li>Por fim, n\u00e3o est\u00e1 sujeito aos riscos provocados pela hidrata\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea da cal viva. Al\u00e9m disso, n\u00e3o tem risco de inc\u00eandios que poderiam ocorrer durante o seu transporte ou armazenamento.<\/li>\n<\/ol>\n<h3>Vantagens da cal viva<\/h3>\n<ol>\n<li>Primeiramente, a plasticidade das argamassas preparadas com pasta de cal resultante da extin\u00e7\u00e3o da cal viva \u00e9 normalmente superior \u00e0s preparadas com a cal hidratada.<\/li>\n<li>O rendimento econ\u00f4mico \u00e9 maior, assim como a capacidade de sustenta\u00e7\u00e3o de areia.<\/li>\n<li>Al\u00e9m disso, muita cal hidratada, por defeito no processo de fabrica\u00e7\u00e3o, apresenta t\u00e3o baixa propor\u00e7\u00e3o de coloides que sua plasticidade \u00e9 muito reduzida. Todavia, isso dificilmente ocorre quando se utiliza a cal viva extinta.<\/li>\n<\/ol>\n<p><a name=\"top10\"><\/a><\/p>\n<h2>Aplica\u00e7\u00e3o do aglomerante cal na constru\u00e7\u00e3o civil<\/h2>\n<ul>\n<li>Como um dos materiais para a produ\u00e7\u00e3o da argamassa utilizada no embo\u00e7o e no assentamento de alvenaria.<\/li>\n<li>Pinturas em constru\u00e7\u00f5es de baixa responsabilidade, como as obras tempor\u00e1rias.<\/li>\n<li>Tamb\u00e9m, na utiliza\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica de solo-cal na estabiliza\u00e7\u00e3o de solos.<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O aglomerante cal na constru\u00e7\u00e3o civil Neste texto, vamos falar um pouco sobre a cal. Primeiramente, cal \u00e9 o nome gen\u00e9rico de um aglomerante simples que resulta da calcina\u00e7\u00e3o de rochas calc\u00e1rias. 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